|
Educadores
Cadastre-se para registrar os seus relatos de experiência com o uso de curtas-metragens em salas de aula e concorrer a prêmios para você e sua escola.
Filmes
Filtrar por

Diferenças iguais

Filme Utilizado Imagine Uma Menina Com Cabelos De Brasil... | Animação | De Alexandre Bersot | 2010 | 10 min | RJ



Data da Experiência:13/09/2012

Disciplina(s): Ciências Sociais , Sociologia

Nível de ensino da turma*: Ensino Fundamental I

Faixa etária da turma*: de 10 a 14 anos

Nº de alunos que assitiram esta sessão:18

Autor do relato:Silvia Karla B. M. M. Santos
Objetivos do uso do filme
Refletir sobre os diferentes tipos de cabelos, (re) conhecer as diferenças socio-culturais, buscando sensibilizar os participantes quanto à problemática dos preconceitos e atos discriminatórios, presentes na sociedade atual.

Sequência de atividades envolvendo o filme
Inicialmente, foi feito um comentário sobre a temática do curta a ser exibido; Em seguida, o grupo foi encaminhado para a sala de informática para a exibição do curta; Após a visualização do filme, abriu-se espaço para a discussão, na qual os alunos puderam falar sobre a sua percepção e compreensão do que foi visto; Em seguida, houve um momento de relatos sobre experiências vivenciadas pelos alunos em suas vidas particulares e escolares; Para finalizar o trabalho, os alunos produziram um resumo sobre o filme e um texto de opinião sobre o tema abordado.

Comente os resultados da experiência
A exibição do filme foi muito importante, pois os alunos puderam discutir sobre os padrões de beleza no nosso país, estabelecendo relações com suas próprias experiências; Abordamos, também, as questões raciais, a formação do povo brasileiro (a diversidade presente na nossa população) e a beleza do nosso próprio povo, enfatizando a importância de construir e assumir uma identidade. Diante disso, os alunos apresentaram uma boa sensibilidade e simplificaram, concluindo que "no final, é tudo cabelo, não importando sua cor ou origem". Contudo, é certo que não será de uma hora para outra que iremos acabar com os atos discriminatórios, mas, sem dúvida, sensibilizamos os alunos para iniciar mudanças na conduta.